Este dispositivo de extracção de fumo, é considerado no artigo , no ponto nº 5, alínea (b) , da lei nº 37/2007 de 14 de Agosto, onde se lê: “…disponham, de dispositivo de ventilação, ou qualquer outro, desde que autónomo, que evite que o fumo se espalhe”.
NOTA
: Este equipamento não dispensa o cumprimento da alínea (c), saída directa ao exterior, cuja finalidade será de reequilibrar o oxigénio gasto no acto de fumar.

 

 

Os purificadores electrónicos de ar de tecto, criam um efeito de ar lógico, para o encaminhamento das partículas ao equipamento, uma vez que as partículas, principalmente as do tabaco, tem uma dispersão aleatória tem de ser encaminhadas para uma fonte de retenção e colecta das mesmas, esta fonte são os filtros electrostáticos, onde as partículas se vão depositar por precipitação electrostática, com uma eficiência de 99%. Os cálculos para uma depuração correcta será de 11 renovações hora, da área a limpar, este sistema tem a vantagem sobre os sistemas tradicionais, uma vez que os volumes de ar a tratar são enormes, uma admissão destes volumes de ar, do exterior gera espaços gelados no Inverno, e quentes no verão, e pior, se o ar envolvente exterior, for de grande tráfego a poluição que entra não é menor do que, a que sai.
Sem falar nos desperdícios de energia, com a anulação do ar condicionado, fazendo os aparelhos trabalharem em contínuo.